quinta-feira, fevereiro 16, 2023

 


Olhando o Tejo
Em calma meia maré
Pequena bruma
Impede ver a outra margem
Sente-se a paz e calmaria
De ameno tempo
Naturais limitações de saúde
Condicionam a liberdade
Aumentando a saudade
De sentir o pisar das suas margens
Vivendo o chilrear das aves
Que o embelezam
Esbeltas nas suas cores rosadas
E sobra…
A nostalgia de uma leve brisa
Que trespassa pelos dias

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